quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Mike Stewart na PN Nazaré

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Para todos os fans deste senhor do Bodyboard e campeão do Nazaré Special Edition 09

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Onde está ela?

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Para quem não conhece não sabe o que está de baixo da força deste mar.
Na pedra só mesmo o mar é que toca.

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Pedra do Ghilhim

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quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Ó Mar

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Ó Mar

Dás mais do que tiras
Pede tudo o que queiras
Dou-te tudo o que tenho
E o que não tenho tu tiras
Tu és tudo
Viver sem nós não queiras


(ROHTV portugal)

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Ultima ponta antes do mar

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O Promontório da Nazaré

É uma das mais espectaculares formações rochosas litorais que se encontra em plena Bacia Lusitânica. Esta formação de origem estrutural corresponde a uma série de episódios sedimentares (transgressivos e regressivos) relacionados com eventos geodinâmicos ocorridos entre o Cretácico Superior (Cenomaniano) e o Eocénico, já no Cenozóico. As rochas que formam a base desta estrutura são de origem sedimentar de fácies marinha bastante fossilífera, apresentando no topo fácies litorais, aluviais, fluviais e continentais.

(CMN)

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Para onde vamos nós

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Neste mundo afogado pela raça humana, estamos a dar cabo de tudo.
Mas o melhor é que vamos passar por isto tudo sem dar por nada.
Pois estamos sempre a evoluir com o nosso ambiente.

Sem dar por nada não é bem assim, quem vive no momento vai sentir,
quem vier depois vem evoluído para o momento.

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Historia de uma gaivota

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História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar
Luis Sepúlveda

Esta é a história do gato Zorbas. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que faz nesse momento dramático: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota...
O grande escritor chileno oferece-nos neste seu novo livro uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

BARCO TÍPICO NAZARENO

1324x880 (Reprodução de uma imagem analógica)

O artesanato Nazareno evidencia a ligação desta terra ao mar, por isso mesmo são as miniaturas dos típicos barcos e das bonecas que mais se destacam.
Pequenos barcos, em madeira ou cerâmica, reproduzem, por vezes à escala, os batéis que noutros tempos foram a vida desta praia.
As redes, de vários tamanhos, feitios e para diversos usos – decorativo ou utilitário fazem parte dos trabalhos manuais dos pescadores Nazarenos.

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

2 olhares pela janela

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As janelas remontam ao ano 4000 a.c., nas casas de Persépolis, as quais apresentavam umas aberturas semelhantes a janelas.

Conheciam-se os caixilhos e as folhas nos palácios de Minos, em Creta. Nas casas gregas com átrio, as janelas que davam para o pátio eram artisticamente ornamentadas.
Por volta do ano 100 d.c. os Romanos introduziram as janelas com vidro, embora esta prática se tenha perdido com a queda do Império Romano.
Na Idade Média só havia janelas pequenas que se fechavam com pequenos marcos de madeira, e nos quais encaixavam uns vidros de olhos de boi.
O domínio exacto da construção, bem como o gosto pela sua execução, levaram a que na época barroca se utilizassem formas decorativas. Assim, aumenta a riqueza das janelas, passando a usar-se formas redondas, elípticas e de geometria livre.
As janelas do Classicismo podem abrir-se em toda a sua extensão. É por esta altura que surge a "janela caixão" e as chamadas portadas na parte externa. Este tipo de janelas oferecia vantagens relativamente ao isolamento acústico e térmico, embora o seu manejo fosse complexo e o seu deterioramento rápido.
Na segunda metade do século XIX são retomadas as formas tradicionais, embora se comece a utilizar o ferro na construção das janelas.

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Bem me quero

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O malmequer é a designação dada a várias espécies da família das compostas, algumas das quais são também designadas de bem-me-quer, Crisântemo, calêndula e de margarida.